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Secretária de Saúde anuncia reformas na Unidade de Saúde Moradias Belém após pedido do vereador Jasson Goulart

  • Foto do escritor: Assessoria Jasson Goulart
    Assessoria Jasson Goulart
  • 1 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Melhorias foram solicitadas pelo vereador em maio


A secretária municipal de Saúde, Tatiane Filipak, anunciou nesta terça-feira (30/09) que a Unidade de Saúde Moradias Belém, no Boqueirão, passará por reformas a partir de outubro. O comunicado foi feito durante a sessão de prestação de contas públicas da saúde na Câmara referente aos meses de maio a agosto, em resposta a questionamentos do vereador Jasson Goulart (Republicanos).


Na ocasião, o parlamentar questionou se o número de atendimentos odontológicos realizados atualmente é suficiente para a população, além de solicitar informações sobre a lista de prioridades para reformas das unidades de saúde e se a Moradias Belém estava contemplada nesse cronograma.


Em resposta, Tatiane Filipak afirmou que a unidade passará por obras de acessibilidade — uma demanda antiga dos moradores da região — e que o atendimento odontológico será ampliado, com a inclusão de mais um dentista, dobrando a capacidade atual. Ela também destacou que a Prefeitura está finalizando as obras da UPA do Cajuru e seguirá com um cronograma de revitalização em todas as UPAs de Curitiba.


O vereador Jasson Goulart já havia protocolado um requerimento solicitando melhorias estruturais para a Unidade de Saúde Moradias Belém. Além disso, viabilizou, por meio do deputado federal Diego Garcia (Republicanos), a destinação de R$ 2 milhões em emendas parlamentares para a saúde municipal. Entre as melhorias solicitadas para a unidade estão:


  • Adequação da largura das portas internas para permitir a entrada de cadeirantes nas salas de atendimento;


  • Implantação de banheiro exclusivo e adaptado para pessoas com deficiência (PCD);


  • Instalação de novas rampas de acesso, facilitando a locomoção de usuários com mobilidade reduzida.


Segundo a secretária, as reformas não são realizadas no primeiro semestre em razão do pico de atendimentos. “Nós temos 82 unidades de saúde previstas. Todas elas vão passar por readequação, revitalização e até ampliação para atender a demanda”, afirmou.


Filipak também chamou atenção para a taxa de absenteísmo nas unidades, que chega a 30%. A ausência de pacientes em consultas e procedimentos agendados, sem aviso prévio, compromete a oferta de serviços e gera atrasos nos atendimentos. Ela reforçou ainda que os agendamentos podem ser feitos de forma prática pelo aplicativo da Prefeitura.


 
 
 

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